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[ mãe, filha, urucum, colar de ossos, bracelete jibóia de cura Huni Kuin, rapé e vassoura de piaçava ]

MÃE, 2019

performance | 40 min | com: Nazaré Soares (mãe)

LAVRA 2019, Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica

Ocupação da Praça Tiradentes 30/03/2019

Rio de Janeiro - RJ

Ph: Gabriel Vieira

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Exposições por onde o trabalho passou:

Lavra 2020

Curadoria: Jessica Kloosterman e Paula Borgui

15/02 à 28/03/2020

Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, Rio de Janeiro - RJ

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Maternagem (Exposição Individual)

Curadoria: Bárbara Milano

19/01 à 27/02/2021

OC Alfredo Volpi, São Paulo - SP

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Empowerment

10/09/2022 à 08/01/2023

Curadoria: Andreas Beitin, Katharina Koch, e Uta Ruhkamp

Kunstmuseum Wolfsburg, Alemanha

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El Corazón Aúlla: Performance Feminista Latinoamericano en Revuelta

Curadoria: Alexis Heller e Tatiana Muñoz-Brenes

29/09/2022 à 23/01/2023

The 8th Floor | S&D Rubin Foudation

Nova Iorque, EUA

https://www.the8thfloor.org/heart-howls 

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Quilombo: vida, problemas e aspirações do negro

Curadoria: Deri Andrade, Douglas de Freitas e Lucas Menezes

19/11/2022 à 16/07/2023

Galeria do Lago, Inhotim | Brumadinho-MG

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Maternagem: percepções sobre o nascer

Curadoria: Carolina Rodrigues | Artistas Latinas

04/03 à 20/05/2023

Sesc Duque de Caxias | Rio de Janeiro-RJ

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Festival Amazônia Mapping

Edição de vídeo: Thiago Fagundes

30/09

Alter do Chão-PA

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O que fere cura?

Curadoria: Alex Tso

30/09 à 24/01/2024

Galeria Diáspora | São Paulo-SP

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Revista Trama Bodoque

ano 005 | número 191 - Especial: Arte e Maternagem

Organizazação: Ada Medeiros

ISSN: 2764-0639

 

Minha mãe trança meu cabelo. Minha mãe trança meu cabelo. Minha mãe trança meu cabelo. Tento me preparar. A vida deve seguir. Todo o deslocamento é a ação. Minha irmã morreu sem chegar a ser mãe, sem conhecer o Rio de Janeiro. Sempre pedi para não morrer por amor a minha mãe. Nunca pensei que ela fosse enterrar uma filha. A filha da minha irmã não nasceu, acho que por isso ela foi assassinada por ele. A arte gosta de falar sobre coisas grandes… Grandes acontecimentos da vida, social e política, daquilo que nunca cessa, daquilo que talvez sempre se repetirá?. Eu gosto de falar sobre coisas pequenas. Sobre o que um dia inevitavelmente irá acabar? Sobre o que muda quase nada... E ao mesmo tempo, isso é tudo. Tudo o que se pode dizer da vida é gesto, e é pequeno. Este é um trabalho sobre amor. É um trabalho sobre mãe, sobre cuidado. E eu o dedico a minha mãe.

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